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Cuidado e Acompanhamento ao Recém Nascido em Saúde

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  A atenção à saúde do RN inicia-se antes de seu nascimento, com o adequado acompanhamento pré-natal materno para identificar os possíveis fatores de risco e doenças que poderão ser amenizadas durante a gestação, e também com o acesso à atenção qualificada ao parto, ou seja, fornecimento do parto fisiológico, evitando-se intervenções desnecessárias e promovendo o contato mamãe-bebê imediato após o parto saudável. De acordo com as recomendações do ministério da Saúde, as consultas pediátricas deverão ocorrer na primeira semana de vida, 1 mês, 2, 4, 6, 9, 12, 18 e 24 meses. Após os dois anos de idade, poderão ser feitas anualmente.  Essas consultas são de direito do usuário do Sistema de Saúde e poderão ser agendadas na Unidade Básica de Saúde, possuem como objetivo atuar na prevenção e promoção da saúde, atuando para manter a criança saudável e para garantir seu pleno desenvolvimento. Nas comunidades que possuem o programa de Estratégia da Saúde da Família, o agendamento ...

Vacinação e Acompanhamento do Desenvolvimento do Bebê

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     Como é a rotina de acompanhamento do desenvolvimento do bebê de 0 a 2 anos? Qual é a importância desses primeiros cuidados e intervenções?      Logo ao nascer, o bebê já toma suas primeiras vacinas e realiza os seus primeiros testes (como o do pezinho, orelhinha e olhinho) no hospital e tem sua primeira consulta como recém-nascido agendada na sua Unidade Básica de Saúde. Para que a criança cresça e se desenvolva bem, o Ministério da Saúde recomenda a seguinte periodicidade para as consultas de rotina: 1 semana, 1 mês, 2 meses, 4 meses, 6 meses, 9 meses, 12 meses, 18 meses e 24 meses. Após 2 anos, a criança tem suas consultas mais espaçadas, sendo uma ou duas vezes ao ano dependendo da necessidade de acompanhamento da criança.      Já em relação às vacinas, o bebê deve imunizado ao nascer, aos 2, 3, 4, 5, 6, 9, 12 e 15 meses, sendo protegido de doenças como paralisia infantil, sarampo, tétano, difteria, caxumba, rubéola, tuberculose, grip...

Abuso Sexual Infantil e Violência

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Como podemos identificar um abuso físico e ou/sexual? Como agir com a criança e o que fazer após essa identificação?      Lembro-me bem daquele dia em que uma avó me pediu orientações sobre o agendamento de exames de sangue da neta. Ao olhar rapidamente para os papéis não pude deixar de notar os tipos de exames que foram pedidos: HIV, Sífilis, Hepatites, dentre outros. Logo me dei conta de que, infelizmente, se tratava de uma situação de abuso sexual infantil. A menina tinha cerca de 9 anos, era bem quieta, não conseguia se comunicar e quando o fazia, era com dificuldade.      Esse foi o primeiro dos vários casos de abuso que presenciei dentro da UBS (Unidade Básica de Saúde). Todos tem algo em comum: Existe a figura que abusa, a que denuncia, e a criança, que carrega consigo várias sequelas físicas, emocionais e comportamentais. Em uma época em que as crianças não veem os parentes com tanta frequência e praticamente não frequentam presencialmente a ...